Grupo de Operações Especiais vai investigar caso. Agentes de investigação foram transferidos para Campina Grande.
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Conforme determinação da Delegacia Geral de Polícia Civil da Paraíba, o Grupo de Operações Especiais (GOE) da instituição ficará responsável pela investigação do caso. O delegado Allan Terruel preside o inquérito e representou pela prisão temporária dos envolvidos, que foi deferida pelo Poder Judiciário.
“A decisão foi tomada visto à gravidade da denúncia, feita por um comerciante local, que é preso do regime semiaberto, e procurou a Polícia Militar, sendo encaminhado à delegacia para falar que estava sendo extorquido. Segundo ele, em Catolé do Rocha, foi abordado por policiais que estavam com uma quantidade de maconha e teriam exigido R$ 150 mil para que não imputassem a ele a posse da droga. Nesse momento, os três policiais civis foram reconhecidos como autores do fato, na própria delegacia”, explicou João Alves, delegado geral de Polícia Civil.
Ainda de acordo com a polícia, a prisão foi pautada em uma investigação criteriosa, em testemunhos e também em indícios materiais. “É muito difícil realizar um trabalho como esse, iniciando as investigações e prendendo integrantes da nossa instituição. No entanto, foi uma ação necessária e demonstra uma evolução da Polícia Civil, que passou a cortar na própria carne e não tolerar qualquer tipo de notícia desse tipo envolvendo seus servidores”, completou o delegado Allan Térruel.
G1 PB
