Acusado não foi ouvido na 1ª audiência, que aconteceu na segunda-feira (16).
Filhas de vítima foram ouvidas e confirmaram conflitos com acusado.
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| Casal foi morto ao sair da festa de casamento do acusado do crime (Foto: Rede Globo) |
Acusado de ser o mandante do assassinato do casal Whashington Luiz, de 51 anos, e da sua esposa Lúcia Sant'Anna Pereira, de 42 anos, o empresário Nelsivam Marques de Carvalho só será ouvido em nova audiência marcada para o dia 30. A primeira audiência de instrução aconteceu na segunda-feira (16) no 2º Tribunal do Júri de Campina Grande. O crime aconteceu em março de 2014, durante a festa de casamento de Nelsivan.
Na audiência desta segunda-feira, que começou às 14h e só terminou à noite, as filhas de Lúcia foram ouvidas e uma delas passou quase duas horas depondo. Elas não deram entrevista após a audiência, mas o advogado da família disse que as duas filhas confirmaram que as vítimas tinham conflitos com o suspeito.
Nelsivan compareceu a essa primeira audiência, mas só vai depor na próxima. A nova audiência foi marcada devido à quantidade de pessoas que ainda faltam prestar depoimento. Além dos seis réus que estão presos desde junho do ano passado, testemunhas de acusação e defesa serão ouvidas.
Inicalmente a audiência estava marcada para o dia 23 de fevereiro, mas foi cancelada porque os membros do Ministério Público estavam em uma audiência de outro caso e não puderam comparecer. A imprensa não teve acesso à audiência para acompanhar os depoimentos.
Entenda o caso
Nelsivan era sócio das vítimas e foi preso em uma operação realizada pela Polícia Civil menos de um mês depois do crime. Para a polícia, uma dívida de R$ 81 mil relativa à compra de um carro foi o motivo do duplo homicídio. Na denúncia feita pelo Ministério Público, o sócio é apontado como mandante do crime e um suspeito de agiotagem seria o intemediário que contratou o pistoleiro para matar as vítimas.
Nelsivan era sócio das vítimas e foi preso em uma operação realizada pela Polícia Civil menos de um mês depois do crime. Para a polícia, uma dívida de R$ 81 mil relativa à compra de um carro foi o motivo do duplo homicídio. Na denúncia feita pelo Ministério Público, o sócio é apontado como mandante do crime e um suspeito de agiotagem seria o intemediário que contratou o pistoleiro para matar as vítimas.
Por: G1 PB
