Só 12 colégios da Capital têm rondas de agentes municipais; efetivo será duplicado e ficará fixo
No último dia 15, o Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil pública contra o Governo do Estado, exigindo a reativação da Patrulha Escolar e a designação de 60 policiais, sendo 20 por cada turno escolar, em dez viaturas, na área do 1º Batalhão da Polícia Militar e o mesmo efetivo na área do 5º Batalhão. A ação é desdobramento de um processo administrativo aberto no mês de março, quando um vigilante foi morto dentro do Lyceu Paraibano, no Centro da Capital. O comando da PM disse que vai instituir outro sistema de rondas nas escolas.
Na edição do Correio da última quinta-feira, a promotora da Educação, Ana Raquel Beltrão, disse que tinha convocado as secretarias de educação do Estado e de João Pessoa, além das polícias Civil e Militar e conselhos tutelares, para a realização de uma audiência pública para discutir a violência nas escolas. “A Secretaria da Segurança Pública ficou em silêncio, demonstrando total desinteresse sobre esse grave problemas social, em área de sua competência”, disse.
Fonte: Portal Correio
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A adolescente Maria Beatriz Souza Santana, 14 anos, baleada dentro da escola Violeta Formiga, deu entrada no Hospital de Trauma às 10h07 de ontem, passou por exames e três cirurgias e duas paradas cardíacas. Ela morreu às 15h48. A morte foi confirmada pela Prefeitura da Capital, no final da tarde de ontem. Em nota, a Prefeitura disse que estava dando assistência à família e aos servidores da escola, com psicólogos e assistentes sociais. Após o fato, o secretário municipal de Segurança e Cidadania, Geraldo Amorim, disse que o efetivo da Guarda Municipal (GM) que faz as rondas escolares será duplicado, e os agentes permanecerão nas escolas, a partir do próximo ano.
Segundo Amorim, atualmente, o serviço conta com 30 agentes e seis viaturas, atendendo a 12 das 96 escolas da rede municipal. “No próximo ano, vamos adquirir mais dez viaturas e duplicar o efetivo. A previsão é atendermos a 50 escolas”, disse. Segundo ele, as escolas que passarão a ter ronda foram escolhidas pelo histórico de ocorrências de violência. O secretário disse ainda que pretende mudar a metodologia da ronda escolar, deixando os agentes durante todo o expediente nas escolas e não apenas nos horários de entrada, saída e intervalo, como é atualmente. “Faremos isso de imediato na escola Violeta Formiga e nas que forem foco de maior preocupação”, completou. O estudante que atirou em Maria Beatriz agiu depois da ronda da GM.
Segundo Amorim, atualmente, o serviço conta com 30 agentes e seis viaturas, atendendo a 12 das 96 escolas da rede municipal. “No próximo ano, vamos adquirir mais dez viaturas e duplicar o efetivo. A previsão é atendermos a 50 escolas”, disse. Segundo ele, as escolas que passarão a ter ronda foram escolhidas pelo histórico de ocorrências de violência. O secretário disse ainda que pretende mudar a metodologia da ronda escolar, deixando os agentes durante todo o expediente nas escolas e não apenas nos horários de entrada, saída e intervalo, como é atualmente. “Faremos isso de imediato na escola Violeta Formiga e nas que forem foco de maior preocupação”, completou. O estudante que atirou em Maria Beatriz agiu depois da ronda da GM.
Ação do MP pede Patrulha Escolar
No último dia 15, o Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil pública contra o Governo do Estado, exigindo a reativação da Patrulha Escolar e a designação de 60 policiais, sendo 20 por cada turno escolar, em dez viaturas, na área do 1º Batalhão da Polícia Militar e o mesmo efetivo na área do 5º Batalhão. A ação é desdobramento de um processo administrativo aberto no mês de março, quando um vigilante foi morto dentro do Lyceu Paraibano, no Centro da Capital. O comando da PM disse que vai instituir outro sistema de rondas nas escolas.
Na edição do Correio da última quinta-feira, a promotora da Educação, Ana Raquel Beltrão, disse que tinha convocado as secretarias de educação do Estado e de João Pessoa, além das polícias Civil e Militar e conselhos tutelares, para a realização de uma audiência pública para discutir a violência nas escolas. “A Secretaria da Segurança Pública ficou em silêncio, demonstrando total desinteresse sobre esse grave problemas social, em área de sua competência”, disse.
Fonte: Portal Correio