Seis pessoas foram presas por participarem do crime que ocorreu em Campina Grande, em março de 2014
Permanece preso o suspeito de matar o casal Washington Luis Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira, numa festa de casamento em Campina Grande, em março de 2014. A decisão parte da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão realizada nesta terça-feira (21).
Nelsivan Marques de Carvalho está preso de forma preventiva pela suposta prática de homicídio duplamente qualificado e por dois homicídios duplamente qualificados consumados.
De acordo com o TJPB, Nelsivan é apontado, junto com mais cinco comparsas, de ter provocado a morte das vítimas quando ambas saíam de uma festa de casamento na noite de 29 de março de 2014, no bairro do Catolé, em Campina Grande.
A defesa de Nelsivan alegou que não há indícios suficientes de que ele tenha participado do crime e por isso permaneça preso. Os advogados afirmaram também que o suspeito tem bons antecedentes, além de residência fixa e emprego certo.
O desembargador Arnóbio Alves Teodósio, relator do processo, disse que as alegações da defesa não são suficientes para que Nelsivan tenha direito ao habeas corpus, "tendo em vista [que] no caso, estão presentes os requisitos da prisão preventiva e, as medidas cautelares diversas da prisão, são incabíveis".
Fonte: Portal Correio
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Casal assassinado em Campina Grande |
Permanece preso o suspeito de matar o casal Washington Luis Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira, numa festa de casamento em Campina Grande, em março de 2014. A decisão parte da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão realizada nesta terça-feira (21).
Nelsivan Marques de Carvalho está preso de forma preventiva pela suposta prática de homicídio duplamente qualificado e por dois homicídios duplamente qualificados consumados.
De acordo com o TJPB, Nelsivan é apontado, junto com mais cinco comparsas, de ter provocado a morte das vítimas quando ambas saíam de uma festa de casamento na noite de 29 de março de 2014, no bairro do Catolé, em Campina Grande.
A defesa de Nelsivan alegou que não há indícios suficientes de que ele tenha participado do crime e por isso permaneça preso. Os advogados afirmaram também que o suspeito tem bons antecedentes, além de residência fixa e emprego certo.
O desembargador Arnóbio Alves Teodósio, relator do processo, disse que as alegações da defesa não são suficientes para que Nelsivan tenha direito ao habeas corpus, "tendo em vista [que] no caso, estão presentes os requisitos da prisão preventiva e, as medidas cautelares diversas da prisão, são incabíveis".
Fonte: Portal Correio