Crianças representadas na ação, são portadoras de crises convulsivas que já não atendem mais aos tratamentos convencionais

Medicaçãio seria para tratar um tipo de convulsão
Prescrições e laudos médicos de 15 crianças foram protocolados nessa segunda-feira (29) no Ministério Público Federal (MPF), para abertura da ação civil pública que pedirá a liberação de um medicamento feito de Maconha, para o tratamento de crises convulsivas de difícil controle. O MPF quer liberar o Canabidiol inicialmente para as famílias que integram a ação, em seguida mover outra ação de repercussão nacional, que libere o remédio para todo o país e, por fim, conseguir que o medicamento seja oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Os documentos protocolados eram o que faltava para que a ação fosse iniciada. Segundo o procurador José Godói Bezerra, responsável pelo processo, apesar de estar convencido do efeito do Canabidiol sobre o problema em questão, faltavam laudos médicos que atestem a doença e a prescrição do medicamento. “Estamos reunindo todos os documentos possíveis, reunindo argumentos e acredito que vamos ter um resultado positivo. Até a próxima quinta-feira a ação estará tramitando na Justiça Federal”, disse.
As crianças representadas na ação, são portadoras de crises convulsivas que já não atendem mais aos tratamentos convencionais. O psicólogo Júlio Américo Pinto e a funcionária pública Sheila Geriz, que iniciaram a mobilização, são pais de Pedro, de quatro anos de idade, que sofreu uma lesão cerebral, provocada por uma parada respiratória, decorrente de uma infecção pulmonar, contraída dias após o nascimento. “Ele chegou a ter 30 crises convulsivas por dia e o máximo que conseguimos, buscando todos os tratamentos existentes no Brasil, foi reduzir essa frequência para 15 crises diárias”, contou Júlio.
por? portalcorreio

Medicaçãio seria para tratar um tipo de convulsão
Prescrições e laudos médicos de 15 crianças foram protocolados nessa segunda-feira (29) no Ministério Público Federal (MPF), para abertura da ação civil pública que pedirá a liberação de um medicamento feito de Maconha, para o tratamento de crises convulsivas de difícil controle. O MPF quer liberar o Canabidiol inicialmente para as famílias que integram a ação, em seguida mover outra ação de repercussão nacional, que libere o remédio para todo o país e, por fim, conseguir que o medicamento seja oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Os documentos protocolados eram o que faltava para que a ação fosse iniciada. Segundo o procurador José Godói Bezerra, responsável pelo processo, apesar de estar convencido do efeito do Canabidiol sobre o problema em questão, faltavam laudos médicos que atestem a doença e a prescrição do medicamento. “Estamos reunindo todos os documentos possíveis, reunindo argumentos e acredito que vamos ter um resultado positivo. Até a próxima quinta-feira a ação estará tramitando na Justiça Federal”, disse.
As crianças representadas na ação, são portadoras de crises convulsivas que já não atendem mais aos tratamentos convencionais. O psicólogo Júlio Américo Pinto e a funcionária pública Sheila Geriz, que iniciaram a mobilização, são pais de Pedro, de quatro anos de idade, que sofreu uma lesão cerebral, provocada por uma parada respiratória, decorrente de uma infecção pulmonar, contraída dias após o nascimento. “Ele chegou a ter 30 crises convulsivas por dia e o máximo que conseguimos, buscando todos os tratamentos existentes no Brasil, foi reduzir essa frequência para 15 crises diárias”, contou Júlio.
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