Padre de Guarabira procura irmão desaparecido no RJ

Adair está desparecido
Adair Tavares Gomes, irmão do Pe. Adauto Tavares, pároco da Catedral de Nossa Senhora da Luz, em Guarabira, está desaparecido desde dezembro passado. O caso foi mantido em segredo pela família, seguindo recomendações da polícia, mas foi recentemente divulgado pelo próprio sacerdote.
O pároco disse ao Nordeste1 que entre as possibilidades apontadas pela investigação está a de que Adair tenha surtado, possivelmente por problemas familiares.

Caçula, numa família de nove irmãos, ele desapareceu no dia 9 de dezembro de 2014 de sua residência em Nova Iguaçu, no estado do Rio de Janeiro, onde é conhecido como “Pará”. A Polícia não descarta a possibilidade de assassinato. Ele pode ainda estar hospitalizado e inconsciente, o que dificultaria a comunicação aos familiares.

A casa onde ele residia foi encontrada aberta e com o som ligado, o que chamou a atenção dos vizinho, os quais acionaram as autoridades policiais. Adair é pai de dois filhos e há cerca de vinte anos residia no Rio de Janeiro. Seus pai residente em Ingá, no agreste da Paraíba, distante 60 quilômetros de João Pessoa.

A Secretaria de Defesa Social do Rio de Janeiro designou um Delegado Espacial para acompanhar o caso. Foram ouvidas pessoas que mantiveram algum tipo de relacionamento com o desaparecido, assim como vizinho e familiares, sem que uma pista mais concreta sobre seu paradeiro fosse evidenciada.

A Polícia carioca localizou um corpo e imaginou tratar-se de Adair. Um de seus filhos foi ao IML para proceder o reconhecimento, mas logo foi descartado. O corpo tinha uma enorme tatuagem, o que não ocorre com o do irmão do religioso.
adauto
Pe. Adauto procura irmão
O padre articula uma campanha nas redes sociais na esperança de localizar o irmão. As pessoas que, eventualmente, obtiverem informações sobre o paradeiro de Adair podem entrar em contato pelo telefone 833271.2681.

“É tudo muito angustiante”, disse o padre. O sofrimento da família, ante a falta de notícias deixa a todos profundamente angustiados, “Estamos todos sofrendo muito, especialmente meus pais”, afirmou. “Queremos saber o que de fato aconteceu. Se vivo queremos acolhê-lo. Queremos que essa história chegue ao fim”.





Nordeste1
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