Justiça condena cinco acusados na Operação Squadre, da PF e MP

Ação conjunta, realizada no dia 9 de novembro de 2012, resultou na prisão de 40 integrantes, sendo 20 policiais militares e civis, objetivando desarticular grupos milicianos
Agentes da PF durante operação

Cinco denunciados pela Operação Squadre, da Polícia Federal e Ministério Público Estadual, foram condenados pelos crimes de comércio ilegal de armas e advocacia administrativa, quando se utiliza do cargo para favorecer terceiros.

Os condenados foram o major Gutemberg, Neubom Nascimento, Josilvaldo da Silva, Mário Roberto Gomes e Eduardo Henrique Oliveira da Silva.
Entre os absolvidos estão os polícias militares Jackson dos Santos e Sebastião Inácio, o delegado da Polícia Civil Alberto Jorge e Adilson de Azevedo Melo.
A sentença foi proferida por um colegiado de juízes. O grupo analisou o caso dos 10 réus pertencentes ao Grupo 1, dos quais um faleceu e, por isso, teve a punibilidade extinta, enquanto que quatro foram absolvidos.
Os nove componentes do Grupo 1 foram absolvidos do crime de milícia privada.

Operação Squadre

A ação conjunta entre PF e MP, realizada no dia 9 de novembro de 2012, resultou na prisão de 40 integrantes, sendo 20 policiais militares e civis, objetivando desarticular grupos milicianos acusados de praticar crimes de tráfico e comércio ilegal de armas e munições, entre outros.

A Operação aconteceu nas cidades de João Pessoa, Bayeux, Cabedelo, Santa Rita, Alhandra, Mari e Cajazeiras, na Paraíba, e, ainda, em Recife e Petrolina, no estado de Pernambuco.

A denúncia do Ministério Público foi dividida em três grupos. A sentença do Grupo 2, proferida e publicada no dia 19 de dezembro de 2013, condenou 11 acusados pela prática dos crimes de milícia privada, comércio ilegal de armas e munições e porte ilegal de armas. O processo se encontra em fase de recurso no Tribunal de Justiça da Paraíba.

No tocante ao Grupo 3, o magistrado da 7ª Vara Criminal, Geraldo Porto, se considerou suspeito. Por este motivo, o processo passou a tramitar na 6ª Vara Criminal da Capital.
 Fonte: Portal Correio
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