Segundo a Justiça, Eduardo dos Santos foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio, sob recompensa ou por motivo banal, sem chance de defesa ara as vítimas
Eduardo dos Santos Pereira, acusado de ser o mentor e principal executor do estupro coletivo de Queimadas, enfrentará o júri popular no dia 25 de setembro, conforme adiantou nesta quinta-feira (7) o 1º Tribunal do Júri de João Pessoa. São aguardadas sete testemunhas de acusação e uma de defesa. O caso ocorreu em 12 de fevereiro de 2012 e resultou nas mortes de Isabella Monteiro e Michelle Domingos.
Segundo a Justiça, Eduardo dos Santos foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio, sob recompensa ou por motivo banal, sem chance de defesa ara as vítimas. Ainda segundo a denúncia, o acusado também as manteve em cárcere privado.
De acordo com a Justiça, ele ainda pode ser enquadrado por associação de três ou mais pessoas a fim de cometer crimes e por lesão corporal grave. Eduardo já responde por porte ilegal de arma.
O estupro coletivo ocorrido no dia 12 de fevereiro seria um 'presente de aniversário' de Eduardo Pereira dos Santos para o irmão Luciano Pereira dos Santos. Durante a festa, eles teriam forjado um assalto, encapuzaram cinco convidadas e as estupraram. Duas delas, a recepcionista Michelle Domingos e a professora Isabella Monteiro, reconheceram os agressores e, por isso, foram assassinadas.
por: portalcorreio
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| Eduardo Pereira dos Santos |
Segundo a Justiça, Eduardo dos Santos foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio, sob recompensa ou por motivo banal, sem chance de defesa ara as vítimas. Ainda segundo a denúncia, o acusado também as manteve em cárcere privado.
De acordo com a Justiça, ele ainda pode ser enquadrado por associação de três ou mais pessoas a fim de cometer crimes e por lesão corporal grave. Eduardo já responde por porte ilegal de arma.
O estupro coletivo ocorrido no dia 12 de fevereiro seria um 'presente de aniversário' de Eduardo Pereira dos Santos para o irmão Luciano Pereira dos Santos. Durante a festa, eles teriam forjado um assalto, encapuzaram cinco convidadas e as estupraram. Duas delas, a recepcionista Michelle Domingos e a professora Isabella Monteiro, reconheceram os agressores e, por isso, foram assassinadas.
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